O candieiro
Pés descalços
Bichos de pé
Berne na cabeça
Não tinha nem um boné
Espinhos na terra semi arada
A camisa era um mulambo
As calças rasgadas
No cabo do arado o grilo
Com os bois
A terra era cortada
O candieiro pulava
Os pés bichados
Ardiam na terra rasgada
De repente um espinho
Atravessa os seus pés
Fica desesperado
Para se livrar dos espinhos
Marilu puxa estica a corrente
Intruso para e com as curvas
Dos chifres da_ lhe uma pancada
Meio grogue senta no chão
E o condutor com um grito
Dispensa o ajudante
Luiz, Ipatinga, Abril 2024
Nenhum comentário:
Postar um comentário