[18/3 15:40] Luiz Gonzaga Andrade: Toque de amor
O leve tocar de suas mãos
A ternura de desabotoar
Os pequenos botões.
O roçar dos dedos tateando
Sobre a carne macia, sedosa
Os lábios a procura das menores
Curvas, entreabertos sugam
Seus tenros e doces desejos
Ávidos de de amor,,troca_se os beijos
Mãos ternas por entre as dela
E o vai e vem dos carinhos
Amor continuo e belo
Ensaios e de mancinho,
O faz de conta e os beijinhos,
Tudo e muito mais que em palavras
Não podem ser ditas
Tudo,tudo isto é uma prova de amor
Acredite.
Luiz, Ipatinga março de 2024
[18/3 15:42] Luiz Gonzaga Andrade: Em prantos
Me encontro
Por ti.
Sorria,
Me ame
Derrame
Seus beijos
Em mim.
E viva o amor
E deixe que a flor
Perfumes espalhem,
Ou não
Vivamos então
A nossa paixão!
Luiz,18 março 2022
[18/3 15:44] Luiz Gonzaga Andrade: Seus olhares perdidos
No universo estrelado
Neste mundo sem valores,
Você sempre do meu lado.
Meu amor,o seu amor
E nesta cumplicidade
Sem tristeza e sem dor
Vivemos a realidade.
Quando em momentos de dor
Nos seus olhos vejo lágrimas
Te dedico meu amor.
E assim escrevemos nossa página.
Nos meus braços te protejo
Nos seus braços eu me vejo
E depois daquele beijo que me deu
Segue a vida ,eu e você , você e eu .
Luiz,18 março 2022.
[18/3 15:45] Luiz Gonzaga Andrade: Doce é teu sorriso
Seu olhar amoroso
Mas o que eu preciso
É de seu abraço gostoso.
Olhares distante
Seguro,constante
Sorriso nos lábios
Coração solidário.
Enfrenta como vier
Os problemas da vida
Cure às suas feridas
Deus proteja esta mulher.
Luiz,18 março 2022
[21/3 15:18] Luiz Gonzaga Andrade: Fim do amor
Quero escrever um poema
Contar minhas magoas, meu dilema
Que guardo a duras penas
Encravado no meu coração.
Porque esconder nosso amor
Porque não expor esta flor
Que nasceu com perfume e beleza
E acabou em tristeza?
O amor quando se finda
Deixa marcas em alguém
Não podemos viver de lembrança
Temos que ter esperança
no amanhã que virá.
Luiz
[24/3 14:56] Luiz Gonzaga Andrade: Sem sonhos,
Sem perspectiva,
Olhar furtivo
Cabisbaixo
Calado
Sob o sol constante
Carrega nas costas
Sua carga pesada
Vestido de trapos
Farrapos de vida
Seus pés descalços
Muitas feridas
Pobre matuto
Se não trabalha
Não come.
E o estatuto?
Políticos malandros,
Astutos,
Com suas mãos leves
Deixam a minguar
O pobre matuto.
Luiz/24 / março 20024
[25/3 15:02] Luiz Gonzaga Andrade: De um sonho acordei!
Abrindo os olhos eu avistei,
Em passos lentos você se afastava
Levando de mim o que conquistei
Chorava, e o vento levava minhas lágrimas.
As árvores pra mim murmuravam
Tentando confortar minha alma.
Sentimentos de perda eu sentia.
E o vento corria, sorria...
Sibilando entre as matas
Partia, levando pra longe a alegria,
Mesmo assim eu sofria.
Luiz,25/03/2014
[1/4 08:09] Luiz Gonzaga Andrade: Ninho de passarinho
Caminhava,e entre os galhos
Ouvia _se seu canto.
Passos lentos seguia o atalho.
Às folhas estendidas,um manto
Úmido ,cheiro de orvalho
E entre os galhos ,ele cantava.
Descobri seu ninho
Lá estava entre as folhas
O teu filhinho
Embalado pela maviosa
Canção que saía de mansinho.
Parei,estendi meus braços
Para o céu
Agradecendo a Deus
Por esta maravilha
Que ali presenciei .
Obrigado Deus,
por me dar ouvidos,
Por ter sentido
Nesta cena
A sua presença!
Luiz, Ipatinga 1 de abril de 2025
[1/4 13:20] Luiz Gonzaga Andrade: A difícil separação
Um casal de passarinhos
Fizeram a sua casinha
Em um Carvalho
Bem alto lá na beira do caminho.
Enquanto a mãe descansava,
Ao nascer do sol,bem cedo,
Começando um novo dia,
O pai bem alto cantava ,
Para alegrar sua família.
Eis que um carrasco malvado
Ao ouvir seu belo canto
Logo se interessou
Buscou sua armadilha
E no carvalho a armou
O pobre do passarinho
No seu laço se amarrou
E como um criminoso
Na gaiola ,o carrasco ,o colocou.
De saudades ele cantou,
Cantou desesperado
Pois está maldita gaiola
De sua família o separou.
E ele apaixonado,de saudades
Desmaiou.
Depois de alguns dias
O pior aconteceu,
Foi te tanto sentir saudades
Que o pobre faleceu.
Os filhotes lá no ninho
O pai,
jamais conheceu.
Luiz, Ipatinga Abril 2025