No meio da mata uma bela cascata
cantava uma bela canção de ninar
parecia querer ao mundo ensinar
Que a natureza devemos amar
sentado a ouvi-la a murmurar
sentia saudades das juras de amor
que você me dizia a luz do luar.
Por luiz
Passo meus dias escrevendo contos, poesias e poemas, aliviando os sentimentos e para meus leitores preencherem o tempo lendo-os.
No meio da mata uma bela cascata
cantava uma bela canção de ninar
parecia querer ao mundo ensinar
Que a natureza devemos amar
sentado a ouvi-la a murmurar
sentia saudades das juras de amor
que você me dizia a luz do luar.
Por luiz
Sonho de um adolescente
Sob as marquises de uma grande cidade
Aconteceu o drama aqui narrado.
Mãe e filho se consomem tentando enganar a fome,
Ela ,desesperada, arrastava o filho pela beira da calçada,
de porta em porta pedia em vão um pedacinho de pão
para alimentar a criança esfomeada.
Cansada e enfraquecida cai desfalecida
deixando a mostras feridas que a vida lhe causara...
Morria.
Arrastando e em prantos
encontrava-se a criança abandonada
ali, ao pé da escada.
Como testemunha daquela brutal tragedia
só restava agora o último suspiro
da mãe que agonizava.
Luiz Gonzaga de Andade Castro
O dia é lindo megera estupida
porque insistes na escuridão?
Talvez isso me assuste um pouco,
mas tenho medo é da solidão.
nas noites escuras me sinto só
atrás das grades da escravidão!
Por Luiz
As noivas
Como as paredes infindas
do arranha-céu
vejo lindas nuvens coloridas
a cobrir as noivas
como se fossem véu
Ah! Que belas noivas, esbeltas
tímidas, insinuantes e tenras
como favo de mel.
São visões que se completam
com duas bombinhas brancas
carregando um anel
Por luiz
Viajando por Marliéria
Homenagem!
Conhecendo Marliéria
Amo-te
Dores lancinantes o meu peito rasga
Nada tão sério que um carinho não apaga
Mas ela teima em e ser amarga
Transformando a vida que podia ser doçura
em uma vida de amargura.
Ao beijar teus lábios meu coração te adora
Que amor tão puro eu sinto agora
para quem eu sempre amei profundamente
desejo te amar eternamente
Mas em seu semblante sinto impaciência
estas palavras que para ti eu digo
soam longe ,sem sentido
seu olhar é sem brilho e com indiferença.
por isso sua espada me esmaga
transformando em dor um sentimento que se apaga
e de tristeza pouco a pouco vou morrendo
e chorando o caminho inverso percorrendo.
luiz, Ipatinga Mg
Atirado em um canto,
magoado,
encontrava-se um homem
embriagado.
Açoitado pelo vento frio
da noite
estava o ser abandonado
marginalizado
por todos condenado
com a bebida
havia se envenenado.
As pessoas que por ali passavam
olhavam com desdém
seu corpo em chagas
transformado.
Ali estendido, sem ter sido
por ninguém socorrido
o infeliz havia sucumbido.
Luiz, Ipatinga Mg
E nas janelas da vida
olhando as árvores floridas
no meu coração se reabre
as mais Velhas feridas
que ao logo de minha existência
pedia a Deus com clemência
para poder esquecer
mas a lembrança implacável
teimava em ser impecável
ferindo o meu coração,
o meu ser.
Luiz, Ipatinga Mg
1
Na curva fria na beira do rio
com o sol a despontar uma brisa esperta
serpenteia por entre a floresta
abrindo uma fresta para o sol penetrar.
11
Olhando os teus traços
eu vejo tua sina
Teu olhar triste,
tua face pequenina
teu sorriso alegre,
é uma menina.
111
Morena pequena, serena
teu olhar me da pena
pois sei que tu chora s
jogando para fora
a infelicidade
que se esconde em ti.
eu vejo tua sina
é uma menina
1V
Pai você partiu , deixou a vida terrena
deixastes esta terra pequena
mas sei que de onde te encontras proteges
a vida da gente com harmonia serena.
V
musa dos meus sonhos
tomarás ,nua, ao luar, um banho
encantarás a todos
inclusive os estranhos.
Seu corpo esbelto nos encantará
brilhando assim, a luz do luar
os movimentos sensuais
deixará perplexo
os mais simples mortais.
Luiz, Ipatinga Mg
É Natal, nasce Jesus.
Vamos esquecer nossas magoas
vamos seguir pela estrada
que a ele nos conduz.
Vamos horar com amor
esquecer que na vida,
às vezes sentimos dor
vamos dedicar nossa existência
ao grande Salvador
Se hoje vamos festejar
devemos perdoar nossos irmãos
abrindo nosso coração
E então juntos comemorar
e Jesus glorificar.
Luiz, Ipatinga Mg
Seus belos cabelos amarelos
seu olhar simples, mas sincero
eu quero.
Teu sorriso gostoso
seu modo carinhoso,
fico ansioso.
Seu andar acanhado
seu tipo assanhado,
fico apaixonado.
Luiz, Ipatinga Mg
Noite fria, céu nublado ,
ouve-se um miado angustiante no telhado
um gato aflito corria tresloucado
prenunciando a tempestade.
Na estrada abandonada ecoa um grito angustiante,
uma mãe desesperada deixava seu filho ali naquele instante
contorcendo em dores violentas
não consegue proteger seu filho da tormenta
e cai sem vida na estrada lamacenta.
Luiz , Ipatinga Mg
O sol desponta no horizonte aberto
na fonte do desejo a imagem se repete
tua sombra se projeta em minha frente
por certo em minha mente o sonho se reflete.
Ao atirar-me em teus braços tu desapareces
caído ao solo eu permaneço inerte, choro
minhas lagrimas rolam pelo chão
enchendo o meu peito da mais pura ilusão.
Rogo-te, por favor, não me abandones agora
quero pelo menos no mundo dos sonhos
eu permaneça em gloria
e agora eu conto ao mundo
a minha triste historia .
Luiz, Ipatinga Mg
Desculpe-me por lhe ferir
pois se o fiz foi por amor
não sabia que existia espinhos
na rama de tão bela flor
Ao recebe-las vi você sorrir
mas sem cautela pegou a rama com ardor
e o espinho lhe causou a dor
nervosa jogastes a flor no chão
De repente um gesto de carinho
devido ao acidente com o espinho
deixou nervosa o meu amor
tornou-se, eu acho, a causa do rancor
Por isso talvez sem esperança
durante o dia eu levo a vida
mas a noite vem a ideia de vingança
felizmente estas ideias ficam perdidas
na escuridão que me escraviza.
Luiz , Ipatinga MG
A vida no campo não podia ser mais bela
Enquanto a princesinha chega o rosto na janela
No fogão o fogo brando frita a carne na panela
Ao mesmo tempo que na outra trempe
ferve a água da quirela
E um ensopado bem gostoso repousa na tigela.
A rainha em frente ao espelho
passa o pente na cabeleira amarela
do leite das vacas gordas, fabrica-se a mozarela
O peão arreia o cavalo e a loira majestosa
pula em cima da cela.
destacando por onde passa
como uma rainha pura e singela
ela vive sorrindo quando ouve
os belos versos que faço pra ela.
Luiz
A dor que o poeta sente