Viajando por Marliéria
Tejuco preto, cabeceira,
Terra boa,
berço dos antepassados
Passando aquela porteira,
Bem pertinho,segue a estrada ,
Chegamos a Trindade,
lugar de gente festeira
E das moças namoradeiras.
Desce o morro, lá embaixo
Naquela grota bonita
Chegamos a Santo Inácio.
Ribeirão da Onça,
ou córrego dos Castros
Você acha que é fácil
É ali que tenho lastro
Conheço cada cantinho
Daquele belo espaço.
Segue estrada,
sobe serra ,
Fazendo muita zoeira
Nascentes ,
cachoeiras,
Porteiras
e capoeiras,
Jurumim,
Sá Candinha,
Fim de linha
Repousando lá embaixo
Está nossa Marliéria!
Luiz Gonzaga de Andrade Castro
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