O final
Aflito, um grito ecoa.
Às linhas da vida se entrelaçam
Embaralhando a sua existência .
Amarga esta dor que sente.
Passageiros indiferentes,
Mas o trem segue em frente.
Sem parar,sem parar,
Deslizando,chiando , engolindo
Montanhas,vales e curvas
Segue com seu grito estridente
Arrastando as correntes
E a vida escapando, findando
Nos trilhos do trem.
Leva a riqueza,
Leva a tristeza,
Leva a arrogância ,
Encurta a distância
Da vida ,
É o fim!
Luiz, Ipatinga junho 2024
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