O amor levou
Seu amor partiu,
Desesperou_se
Não mais sorriu
E por amar demais
trancou a porta do seu coração
E jamais abriu.
Chorava , lágrimas silenciosas
Amargava a vida com sua perda
Remoía a saudade e transformava em dor.
Do passado só saudades
Que lhe feria a alma.
Desmotivado e sem esperança
Entrgou_se a andanças
E pelas estradas caminhava
Levando as dores de suas lembranças.
Adormecia pelos cantos
E com às mãos enxugava os prantos
Embebedava com o sereno ,
Se enroscava como um cão sem dono
No primeiro ramo que encontrava.
Até que um dia seu corpo
Maltratado pela vida ,
Fraquejou,
E sua alma desencarnou,
Cessando assim seu sofrimento.
Luiz, Ipatinga , dezembro de 2025
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